O que mexe em computador

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Não importa qual a formação na área de Tecnologia da Informação, para qualquer pessoa que pertence a outra área este sempre será “ o que mexe em computador “ e sempre se seguirá com a aquela frase: “Ah, você mexe em computador, pode olhar meu tablet que não liga? ”.

Sabemos que a área de TI (Tecnologia da Informação) é de fato enorme e engloba uma infinidade de outras áreas e subáreas, sendo considerada, inclusive, uma profissão relativamente nova se comparada a outras mais tradicionais.

Não importa a área de atuação em TI o desafio deste profissional será sempre o mesmo, simplificar tarefas complicadas e criar soluções inovadoras. Além, é claro, que ter que atender toda a demanda de informações que recebe todos os dias. Uma área na qual a cada milissegundo algo novo surge e muda todo o cenário global.

O profissional de TI é aquele que, muitas vezes, se encontra atrás do “palco”, escondido entre um emaranhado de fios, conexões, servidores, switches, procedures, scripts, métodos e processos. Tudo para manter a infraestrutura física e lógica em perfeita ordem, para que o usuário final (aquele que está no palco) tenha todas as condições de executar com excelência seu trabalho.

Da mesma forma que a área de TI é nova, a data comemorativa deste profissional também é. No dia 19 de outubro comemora-se o dia do profissional da informática e no dia 15 de agosto é comemorado o dia da informática, uma homenagem ao surgimento do primeiro computador digital produzido em larga escala.

Ser um profissional de TI e fazer parte deste dia me deixam completo por que saber que “atrás do palco” conseguimos viabilizar a vida de tanta gente, proporcionando soluções que fazem a diferença na vida de tantas outras pessoas – que vão muito além do meu cliente final. Por isso, a todos os profissionais de TI, desejo parabéns e um muito obrigado!

A criança tecnológica

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Ser criança nunca foi tarefa fácil. Além de conciliar atividades como estudar, comer, dormir e, sobretudo, brincar, os pequenos sempre foram termômetro para o teste de algumas inovações tecnológicas. Seja pela mente livre de preconceitos – ou com menos preconceitos que a dos adultos –, a fácil capacidade de convencimento ou até mesmo a rápida difusão de ideias e manias entre membros do mesmo grupo.

A difusão dos meios de comunicação, como a televisão e o rádio, é um exemplo no qual as crianças participaram ativamente, juntamente com as donas de casa. Movidas, principalmente, pelos shows de calouros e artistas com belas vozes ou belos rostos, as crianças levaram os pais a conhecerem e a admirarem essas novidades. O poder de influência foi tão grande que, com o passar dos anos, foram desenvolvidas programações dedicadas exclusivamente a elas.

O mesmo ocorreu com o videogame, plataforma de jogos na qual o usuário projeta na televisão movimentos que faz em um controle remoto. Nos anos 80, o primeiro console virou febre entre as crianças da época, que imploravam aos pais um exemplar e também o jogo da moda. Os adultos normalmente torciam o nariz para essa ideia, mas, logo se conformaram, já que, além da insistência dos filhos, o aparelho também trazia para dentro de casa aqueles que estavam acostumados a passar a maior parte do dia fora. Tal feito é repetido até os dias de hoje, porém os videogames atuais são bem mais desenvolvidos que os do passado, utilizando técnicas jamais imaginadas pelas crianças de 1980.

Hoje, os jovens têm acesso a uma gama muito maior de novidades tecnológicas e numa velocidade muito maior do que jamais experimentada. Os computadores, responsáveis pela febre dos anos 1990 e 2000, hoje são obsoletos. Eles somente os utilizam para realizar trabalhos escolares e jogar jogos – numa função semelhante aos videogames. A função deles foi quase substituída pelos smartphones, cada vez mais modernos e cada vez mais comuns entre pessoas desta faixa etária.

Assim como ocorreu com os videogames, há uma intensa discussão entre os pais no que tange a utilização de novas tecnologias, como celulares e tablets, pelos filhos. Fato é que não adianta distanciar as crianças das inovações: elas serão atingidas de qualquer maneira, seja por meio da internet, de colegas de classe ou até mesmo na rua. Os adultos têm é que saber medir até quando é saudável liberar o acesso da criança à tecnologia, criando horários específicos para cada função de seu cotidiano.

A música pelos anos: Como a tecnologia mudou a forma de consumirmos

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É inegável o fato que a música passa por profundas mudanças a partir de inovações tecnológicas. Os instrumentos se tornam cada vez mais precisos e a arte cada vez mais difundida. O MP3 hoje é tão obsoleto quanto os discos de vinil e as fitas K7 ficaram no passado e os serviços de streaming já são parte de nosso cotidiano.

Antigamente, haviam poucas formas de ouvir música. As pessoas se juntavam em algum cômodo da casa para ouvir, por exemplo, os novos lançamentos de Roberto Carlos. E isso só era possível com o auxílio de vitrolas e dos famosos LPs, equipamentos caros e que ocupavam um grande espaço. Os saudosistas afirmam que o som que sai desses equipamentos é o mais puro, defendendo o uso até os dias de hoje, em tempos de dispositivos com players de música. Estes ocupam um espaço infinitamente menor, já que além de tocarem a música, conseguem armazenar uma quantidade de canções maior das que compunham um disco de vinil.

Além disso, no passado a rádio atingia um público bem maior do que o de hoje – esta era, além de entretenimento, a fonte oficial de comunicação do país por longos anos. As famílias se reuniam e esperavam para que as músicas preferidas fossem anunciadas e tocadas naquele equipamento, que também ocupava um grande espaço nos domicílios. Anos depois, esta função do rádio foi parcialmente substituída pela televisão e pelas paradas de clipes, que dominaram os canais durante os anos 80 e 90. Hoje, emissoras como a MTV enfrentam a queda da audiência e a dificuldade de se reinventarem em um mundo onde existe o YouTube, plataforma que dá ao público a possibilidade de criar a própria parada de clipes preferidos. O rádio, por sua vez, foi quase todo substituído pelas estações personalizadas dos programas de streaming, que, além de mais funcionais, são feitas de acordo com o gosto do usuário.

Os equipamentos musicais de hoje contam com uma qualidade superior se compararmos aos instrumentos mais antigos. Tudo isso, graças ao maquinário mais preciso e ao controle maior de qualidade. Os instrumentos são mais tecnológicos e muitas vezes mais fáceis de manejar, o que causa, novamente, insatisfação dos mais conservadores, que alegam a falta de qualidade e talento de quem toca. Por sua vez, os equipamentos de reprodução se tornaram mais potentes e aguçados. Pequenas caixas de som são capazes de detectar a presença de um dó menor de um cajón, por exemplo, em uma música. Isso também acontece com os fones de ouvido, que reproduzem as faixas com muita qualidade e evoluíram ao longo dos anos.

Há quem diga que a internet serviu para matar a música. De fato, a venda de álbuns caiu exponencialmente (e a tendência é cair ainda mais). Mas, excluindo discussões sobre gostos pessoais, a ferramenta foi a responsável pela maior difusão de canções. É imensurável como a internet, juntamente com os derivados dela, como, por exemplo, as redes sociais, programas de streaming e gadgets, serviram para espalhar as músicas e a democratizá-las. Hoje, é muito mais fácil conhecer bandas de qualquer parte do mundo e de qualquer estilo. Ou seja, mais pessoas podem notar o trabalho de mais músicos, que podem vender mais shows e fazer mais ações online para angariar um público cada vez maior. Portanto, o mercado musical é hoje muito mais competitivo, não se mensura o talento pela venda de álbuns e não se sustenta mais no meio por este tipo de renda. Quem se estabelece, sabe jogar com a tecnologia a seu favor e quem morre hoje no mundo da música é aquele que não sabe aproveitar todas as facilidades do mercado que já se estabeleceu em um mundo diversificado e conectado.

Muito além da moda

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“A moda não é algo presente apenas nas roupas, tem a ver com ideias, o que está acontecendo, com o mundo” dizia Gabrielle Bonheur Chanel, mais conhecida como Coco Chanel.

O futuro na moda é um assunto antigo, mas foi na década de 60, que tomou maior dimensão, principalmente com a chegada do homem à lua e o lançamento do desenho Os Jetsons, crescia o interesse de como seria o estilo da sociedade quando morássemos em cidades ultratecnológicas.

De trajes minimalistas de Star Wars da década de 60, aos modelos rasgados de Mad Max, com volumes desproporcionais, passando por Alexander McQueen e outros estilistas inovadores, que incentivaram a utilização da moda incorporada com a tecnologia, possibilitando a diferenciação e modernização das empresas e dos consumidores.

De origem australiana, a fabricação de tecidos inteligentes que bloqueiam raios UV foi desenvolvida nos anos 90, como método para reduzir a alta incidência de melanoma, um tipo de câncer.

Atualmente, existem camisetas que detectam Wi-Fi nas quais ondas se iluminam de acordo com a frequência de redes padronizadas pelo Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE). Estas camisetas ajudariam a encontrar pontos de rede sem expor um dispositivo móvel, por exemplo. Assim como a Jaqueta Solar, que utiliza a luz solar para carregar baterias, como bateria de um celular por meio de um painel acoplado na roupa, evitando a necessidade de cargas extras.

Imagine também caminhar em uma loja, encontrar algo que agrade, passar o smartphone sobre a tag e logo em seguida receber um lookbook de ideias de como o item pode ser usado ou combinado. Ter mais informações sobre os materiais utilizados, as instruções de cuidados ou os detalhes de qualquer promoção e, para melhorar, você poderá pagar via transferência bancária. Tudo isso é possível com a ajuda de Near Field Communication (NFC).

Neste cenário, uma empresa de tecnologia desenvolveu um novo tecido que transmite imagens por meio de luzes de led e transforma a estampa da peça em um monitor. Este assunto está tão em alta que o Museu do Amanhã, situado na cidade do Rio de Janeiro, está com uma exposição chamada Interface Interlace, que vai até dia 15 de novembro de 2017, a qual mostra que o mundo de tecnologias vestíveis (wearables) está cada vez mais próximo. E propõe uma reflexão sobre o papel da moda, pensando em soluções para os problemas atuais, ou seja, exercer função além de comunicação, expressar personalidade, ter outras funcionalidades.

Tendo em vista um mundo tão interligado e conectado com questões com tecnológicas a moda não é uma exceção. Há uma intensa preocupação com a inovação, principalmente, no tange a sustentabilidade.

Abundância: Um olhar otimista sobre o futuro

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Muito se fala ultimamente sobre o futuro e como será, principalmente, por conta da evolução tecnológica que estamos acompanhando. E isso é um fato, hoje estamos mais próximos de resolver os grandes problemas da humanida do que nunca.

Sei que é difícil de acreditar, por isso, te convido a ler o livro “Abundância: o futuro é melhor do que você imagina”, de Peter H. Diamandis e Steven Kotler.

Peter H. Diamandis é um dos fundadores da Singulary University uma universidade que funciona dentro da NASA Ames Reserach Center no Vale do Silício. Um universidade com foco em empreendedorismo de alto impacto. Vale a pena uma pesquisada à respeito na web e participar do processo seletivo – uma experiência única.

Voltando ao livro e sem dar muitos spoilers, nele os autores afirmam que por volta do ano 2040 os padrões básicos de vida irão sofrer uma transformação radical, viveremos um momento no qual seremos capazes de fornecer bens e serviços de alto nível a praticamente toda e qualquer pessoa do planeta.

Sei que é difícil de acreditar, principalmente, com a quantidade de informações negativas que a imprensa veicula, mas, sabemos também que os veículos de comunicação sai assim, focam em desgraças que vendem mais, infelizmente.

No entanto, um dos fatores que faz com que não tenhamos essa certeza sobre o futuro envolve a nossa mente, já que ela trabalha de forma sempre linear, ao passo que a tecnologia cresce de maneira exponencial, por isso, surge nossa dificuldade em imaginar um futuro tão abundante.

Pensando nisso, relembramos aqui dois textos publicados anteriormente neste mesmo blog. “O amanhã hoje” e “O futuro e os Jetsons”, que entre as temáticas fazem paralelo com o que pode ser a nossa vida em anos e como a tecnologia já nos transformou como sociedade e como ela ainda pode nos transformar. Para reforçar esta linha de pensamento e o que podemos esperar e desejar para o nosso futuro, recomendo fortemente a leitura de livro “Abundância: o futuro é melhor do que você imagina”, que nos dá uma percepção mais otimista do futuro e a possibilidade de vivermos ele de forma abundante, reforçando-o como a realização de um sonho.

Redes sociais: por que elas precisam se transformar?

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Seria muito difícil imaginar o século XXI sem a presença das redes sociais. É senso comum o quão importante é o papel que elas desempenham na vida do ser humano no mundo de hoje. Pessoas e marcas que não estão presentes nelas são praticamente excluídas da sociedade. Elas diminuíram distâncias, facilitaram comunicações e deixaram nossas vidas mais públicas, criando necessidades que até então não conhecíamos.

A premissa da era em que vivemos é a efemeridade. E com as redes sociais, isso não se mostra muito diferente. Na mesma velocidade em que uma nova plataforma surge, com funcionalidades mais atraentes e interessantes, outra cai em desuso, sendo esquecida facilmente. E tudo isso ocorre com tanta rapidez que muitos usuários não acompanham essas transições.

Os motivos que tornam a rede social desinteressante para o público são inúmeros. O primeiro e mais corriqueiro é o excesso de anúncios que ela pode apresentar. É inegável que há a necessidade da venda de espaços publicitários para que estas se mantenham e gerarem lucro. Mas, mesmo que estes publi-editoriais sejam direcionados de acordo com os gostos do usuário, a onipresença deles provoca a insatisfação no usuário.

Outro ponto importante diz respeito ao tipo de mensagem transmitida nessas redes. A partir do momento em que elas rastreiam todo o perfil do usuário, o feed de notícias do mesmo se torna pura repetição do pensamento do usuário. Por exemplo, um aficionado por tecnologia e tendências do universo de TI&C vê seu feed coberto por assuntos semelhantes, sempre compartilhando o mesmo ponto de vista. Isso diminui a discussão entre temas, contribuindo para que verdades absolutas se tornem constantes.

Por fim, podemos apontar também como fator para a decadência de uma rede social a queda da inovação. As plataformas, para estarem em destaque, têm que sempre que se renovar com objetivo de gerar, cada vez mais, interesse, curiosidade e, consequentemente, engajamento. As redes que não fazem isso, são logo substituídas por aquelas que trazem sempre uma novidade aos seus usuários.

Em aproximadamente 13 anos de redes sociais ativas, já vimos o surgimento de uma série de exemplos que, de ultrarrevolucionárias, se tornaram algo comum em nosso dia-a-dia, caindo no ostracismo algum tempo depois. Para se manterem ativas e eficazes, evidencia-se a necessidade da consciência sobre a quantidade de anúncio dispostos. A inovação se torna também muito importante, sempre instigando o usuário a destrinchar a ferramenta ao seu máximo.

E os aplicativos?

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A partir do surgimento dos smartphones e da popularização dos mesmos entre as mais diversas camadas da sociedade, outro fenômeno se destacou: os aplicativos para mobile. Seja para solicitar um táxi, pedir comida ou conhecer a sua cara metade, os apps se tornaram parte fundamental de nossas vidas, estreitando as distâncias e otimizando o tempo. Neste sentido, pesquisas apontam que o tempo desprendido pelos usuários representa a maior fatia do total gasto na vida digital de cada indivíduo da audiência.

O uso desmedido, no entanto, tende a diminuir, uma vez que, na mesma medida que a oferta de aplicativos aumenta, a memória dos aparelhos telefônicos diminui, sendo, em sua maioria, esgotadas por fotos e vídeos.

Para atender melhor às necessidades do dia a dia e liberar mais espaço nos devices, dando maior autonomia para os aplicativos de uso diário, entre eles: redes sociais, mensagens instantâneas e, claro, as novidades e febres de cada momento, a tendência é que o usuário apague os apps desinteressantes ou ineficazes.

Hoje, para cada atividade, cotidiana ou não, existe um aplicativo que facilite o processo. Porém, muitas vezes, o engajamento dentro dele é tão baixo que o uso se torna dispensável. Podemos tomar como exemplo os aplicativos de compras de ingressos. A não ser que o usuário seja um cinéfilo ou aficionado por espetáculos,  uso deste tipo de aplicação é bastante esporádico. Portanto, ele não hesitará em apagá-lo quando precisar de espaço e memória no telefone.

Por mais que o custo de desenvolvimento e manutenção de aplicativos possam ser baratos, toda empresa quer que os apps desenvolvidos tenham retorno, seja ele financeiro ou  como valor de marca. Para isso, é necessário criar ferramentas que, muito além de serem facilitadoras de processos, sejam interessantes e instigantes para o público, fazendo sentido para ser utilizada e, portanto, para ocupar um espaço no smartphone do usuário.

CARROS AUTÔNOMOS, FUTURO PRÓXIMO

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Já imaginou um futuro sem acidentes de trânsito? Os carros autônomos são aqueles que se movimentam sem a necessidade de um motorista e estão se tornando uma alternativa para evitar que problemas, como os acidentes, ocorram nas vias.

 Estes modelos em desenvolvimento, que podemos chamar de “automóveis do futuro”, são guiados por computadores que interpretam dados fornecidos por radares, sensores e satélites, a fim de prever o que acontece no trânsito, prevenindo acidentes, otimizando rotas e facilitando a vida do condutor.

Atualmente, não existe nenhum carro totalmente autônomo. Algumas empresas automobilísticas e de tecnologia estão desenvolvendo veículos com funcionalidades autônomas, porém, o grande sonho e desejo dos desenvolvedores é alcançar um exemplar que não precise da figura de um motorista.

Apesar de este feito ainda não ter sido atingido, as companhias envolvidas nos estudos e desenvolvimento dos carros autônomos caminham em direção à esta tecnologia aprimorando técnicas que aumentam a independência dos veículos em relação aos condutores. Empresas americanas estão trabalhando em uma série de possibilidades para que a automatização seja completa. A primeira funcionalidade desenvolvida foi a direção automática, que auxilia o motorista humano com a direção dentro de uma pista e permite com que o veículo se mova com velocidades de até 80 milhas por hora.

A segunda conquista do setor foi a mudança automática de faixa, que ajuda o motorista, movendo o carro a uma pista adjacente quando o sinal de mudança de direção é ativado e quando é seguro fazê-lo. Os sensores do veículo são preparados para assegurar que a pista esteja livre de tráfego antes que ele o carro em questão se mova. O software avisa os condutores, por meio de uma vibração no volante, quando o veículo entende que a mudança de pista é necessária e possível.

Por fim, foram desenvolvidos os sensores que permitem com que computadores analisem as condições das vias. A conexão do dispositivo com um GPS minimiza também as questões de tráfego intenso. A intenção das companhias é reduzir o número de acidentes de trânsito, na medida em que controlam, além da velocidade, a falta de atenção humana.

As tecnologias que permitem com que os veículos se tornem cada vez mais autônomos têm evoluído muito durante os últimos tempos. Além de menor risco de acidentes, elas proporcionam  mais conforto ao condutor, que precisa exercer menor esforço físico, podendo, no futuro, utilizar o tempo de deslocamento para outra função, como, por exemplo, descansar ou trabalhar. Porém, mesmo com o interesse das empresas por custos menores para o desenvolvimento destas tecnologias que envolvem o setor automobilístico, este, certamente, não será um produto popular. O que nos resta é aguardar as novidades e aceitar que o futuro está chegando.

O papel do CIO do futuro: como aprimorar o desenvolvimento do negócio

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É senso comum saber que o objetivo e cerne de trabalho de todo CFO é reduzir os custos do negócio em questão, aumentando a produção e, claro, vender mais. Neste sentido, investir em novas tecnologias que otimizam processos e produções é de extremo interesse dos responsáveis financeiros das empresas.

Para cumprir seu objetivo dentro das organizações, a preocupação latente do CFO é aplicar recursos em inovações técnicas úteis que não esvaziem os cofres das companhias e que surtam os resultados esperados, sem afetar o ecossistema financeiro e sem apresentar queda no poder aquisitivo da companhia.

Sendo assim, é importante que exista sinergia entre as ações dos CFOs e do CIOs das empresas. Neste panorama, o responsável pela área de TI dentro da organização precisa, cada vez mais, ficar encarregado de avaliar as modificações técnicas, entendendo se estas são viáveis financeiramente e se elas trarão os retornos econômicos esperados.

Portanto, é responsabilidade deste colaborador, que está em posição estratégica dentro da empresa,  ter em mente as tendências de tecnologia em que a companhia está inserida, a fim de fazer uma análise mais correta e assertiva de cada uma das possibilidades. Tendo como base esta diretriz, os CFOs devem ser comunicados de todas as decisões do ambiente tecnológico, levando em consideração as tendências de mercado, para que possam tomar decisões direcionadas. Dentro deste panorama de evolução tecnológica, pesquisas afirmam que os CIOs terão cada vez mais poder nas decisões financeiras das empresas, na medida em que eles serão os responsáveis por mensurar o retorno do investimento de uma nova técnica, entendendo se este é ou não válido em determinado momento. Muito além disso, entende-se hoje que as equipes terão que ser cada vez mais multifacetadas e interligadas para levar as empresas ao objetivo final, diante da orientação pré-estabelecida para o crescimento e evolução dos objetivos estabelecidos pela alta administração responsável.

A VIRTUALIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO E OS BENEFÍCIOS GERADOS

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*Fonte Canal Westcon

O grande  desafio da virtualização na área da educação é o aprimoramento do estudo à distância, que hoje faz parte de um paradigma convencional do processo de estruturação no mundo contemporâneo. Como se trata de um movimento recente, as justificativas teóricas atuais não são suficientes para mudar a mente dos tradicionalistas. Seguindo o mesmo movimento, a prática das atividades educacionais está mudando e convencendo não só acadêmicos, mas, principalmente, estudantes.

Diante desta nova percepção da educação no mundo moderno, também devemos levar em consideração o investimento necessário com tecnologia para, entre outras ações, conectar salas, secretárias, professores, orientadores e alunos em um só ciclo.

Sistemicamente, este é um processo razoavelmente fácil. Simplificando, trata-se de um sistema dentro do outro. É possível abrir uma distribuição do Linux no Windows e rodá-lo como um software, ou instalar um aplicativo de Windows, como por exemplo o Photoshop, dentro do Linux, ou até mesmo atrelado à outras plataformas virtuais. Devido essa “facilidade”, se tornou possível planejar e ter acesso às salas interativas online, que levam em consideração o quesito mobilidade, e que permitem o controle de presença e acompanhamento de aulas com um custo praticável.

Um bom exemplo de um case de sucesso envolvendo o ensino virtualizado é a Educação a Distância (EAD), um mercado em ascensão, com grandes oportunidades para ser desbravado. Tudo isso porque entende—se que estar antenado às novas tecnologias é o motor propulsor para o crescimento e disseminação das novas culturas e a questão tempo, cada vez mais está ligado a um valor imensurável.

O uso da virtualização tanto no setor de educação, como em todos os outros, tem prós e contras. Ter acesso à conteúdos mais dinâmicos, interativos e que levam até mais entretenimento compõe os itens positivos da modalidade. No entanto,  é preciso ficar atento, esta dinâmica moderna pede maior atenção e monitoramento por parte dos educadores, já que a internet proporciona infinitas possibilidades e proporciona enorme fascínio nos alunos. Os professores também são ponto focal, eles precisam estar extremamente atualizados, criativamente e dentro dos segmentos tecnológicos para atenderem os alunos que, cada vez mais se antecipam às tendências. Importante reforçar que os educadores são e continuarão sendo os maiores facilitadores neste processo de adaptação ao uso da tecnologia em favor da educação, isso porque eles são os detentores de todos os conceitos e conhecimentos que envolvem o setor.