As novas tecnologias para facilitar o nosso cotidiano

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Uma tecnologia muito comum no exterior está começando a ser introduzida no Brasil: as máquinas de autoatendimento.

O ano de 2017 com certeza será lembrado pela quantidade de inovações tecnológicas apresentadas principalmente na área de serviços. Supermercados e redes de fast food estão investindo em caixas e máquinas em que o cliente possa fazer a sua compra ou pedido sem o auxílio de um funcionário.

No caso dos supermercados, o próprio consumidor escanceia o código de barras do produto e efetua o pagamento com cartão de crédito ou débito na máquina. O sistema avisa quando deve passar o código de barras no leitor, colocar na balança, finalizar e pagar as compras. Depois de registrar os produtos no leitor de código de barras, o cliente deve colocá-los nas sacolas. Se algum item for colocado nelas sem que tenha sido cobrado, o sistema trava. Os caixas contam ainda com câmeras para aumentar a segurança.

Já nas redes de fast food, podemos encontrar totens onde existe a possibilidade de fazer o seu pedido e até mesmo personalizar a sua comida de acordo com o seu gosto como escolher o tipo de pão, carne, molho e complemento. O pagamento também é realizado na própria máquina e o pedido é retirado no balcão de atendimento.

Esse novo método promete a diminuição de filas e de tempo de espera para o atendimento. Já é possível encontrar estas máquinas em algumas redes de supermercado e Fast food na cidade de São Paulo.

Os efeitos da Inteligência Artificial na China

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A China está iniciando um esforço sem precedentes no domínio da Inteligência Artificial. Seu governo planeja despejar centenas de bilhões de yuans (dezenas de bilhões de dólares) nesta tecnologia nos próximos anos, e suas empresas estão investindo fortemente na formação e desenvolvimento deste “know how”. Se esse esforço for bem-sucedido – e há muitos sinais que apontam neste sentido – a China poderá emergir como uma força líder em AI, melhorando a produtividade de toda sua economia e liderando a criação de novos negócios. E se, como muitos acreditam, AI é a chave para o crescimento futuro, a proeza da China neste campo ajudará a fortalecer sua posição como o poder econômico dominante no mundo neste século.

Nas últimas décadas, o setor de manufatura em expansão e as reformas de mercado que incentivaram o comércio e o investimento estrangeiros, ajudaram a tirar centenas de milhões de pessoas da pobreza, criar impérios comerciais e transformar a sociedade chinesa. Mas o modelo baseado em mão de obra barato e alta produtividade industrial está se esgotando, e o país passou a orientar seu futuro em torno de tecnologia avançada.

A aplicação de inteligência artificial pode ser o próximo passo neste milagre econômico alimentado por tecnologia. Enquanto muitos no Ocidente se preocupam que AI eliminará empregos e provocará desigualdade de renda, a China parece acreditar que pode gerar exatamente os resultados opostos.

O empurrão de AI na economia da China inclui um compromisso extraordinário do governo, que recentemente anunciou uma visão abrangente para que a AI chinesa seja a inveja do mundo até 2030.

O plano de ação do governo chinês acelerará o que já começou a acontecer. As empresas de tecnologia do país, lideradas pelos gigantes da Internet, Baidu, Alibaba e Tencent, estão contratando dezenas de especialistas em AI, criando novos centros de pesquisa e fazendo investimentos em centros de dados que rivalizam com qualquer coisa operada pela Amazon, Google ou Microsoft.

O dinheiro também está entrando em inúmeras startups, já que empresários e investidores chineses visualizam uma grande oportunidade para aproveitar AI em diferentes indústrias. E já são líderes em reconhecimento facial por exemplo…

E o Brasil?

APLICAÇÕES APRESENTANDO UM PROBLEMA PARA FERRAMENTAS DE INVENTÁRIO DE SOFTWARE: Aplicações virtuais

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As aplicações virtuais existem há cerca de 15 anos, mas não são realmente compreendidas ou suportadas por muitas ferramentas de inventário de software. Existe apenas uma solução líder nesta categoria, o App-V da Microsoft, no entanto, esta solução concentra-se mais na implantação do software do que no inventário.

As aplicações virtuais não aparecerão necessariamente na lista tradicional de programas instalados do Windows, por exemplo. As soluções de inventário de software não verão essas aplicações virtuais, a menos que tenham sido programadas para encontrá-las. Isso é ainda mais difícil dentro de uma infraestrutura de desktop virtual. Isso significa que podem existir aplicativos remotos executados em uma área de trabalho remota, trabalhando localmente ou remotamente.

No caso de todas essas aplicações, o sistema torna-se extremamente dinâmico com a adição de novas aplicações, já as soluções tradicionais de inventário de software devem ser capazes de acompanhar a mudança no mesmo ritmo.

As soluções de inventário de software são uma parte fundamental das ferramentas de gerenciamento do parque, que podem ajudá-lo a monitorar e manter seu sistema. Essas ferramentas avaliam cada máquina da rede e permitem que você compreenda amplamente as licenças que são válidas e estão sendo utilizadas.

É necessário entender o ambiente de trabalho do computador e a forma como essas licenças estão sendo empregadas. Ao obter uma melhor compreensão de como os usuários estão implementando os processos de manutenção e a renovação podem ser melhorados. Neste sentido, o Grupo Cimcorp pode oferecer opções para fazer isso de forma mais efetiva, melhorando assim a produtividade e reduzindo os custos. Por meio do Applixure, o Grupo Cimcorp pode oferecer gerenciamento de ativos de software, além de monitoramento e análise – serviço de Management Service, criando um processo de gerenciamento mais inteligente, o que permite que os processos de manutenção e renovação das licenças sejam mais simplificados, desmistificando a maior parte dos problemas citados anteriormente,  fornecendo aos colaborados equipamentos melhores e ferramentas mais eficientes.

APLICAÇÕES APRESENTANDO UM PROBLEMA PARA FERRAMENTAS DE INVENTÁRIO DE SOFTWARE: Aplicativos instalados pelo usuário

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A maioria dos sistemas de inventário de software instala um agente ou cliente na máquina, que se comunica com um sistema de backend, executado a partir de um data center ou serviço baseado em nuvem. Outro método possível é sem agente, que acessa todas as máquinas por meio da rede local. Esses métodos, no entanto, geralmente perderão os aplicativos que o usuário instalou, geralmente sem direitos administrativos. Algumas aplicações como o Google Chrome e o Skype serão instaladas no próprio diretório de perfil do usuário e não serão refletidas no sistema como um todo.

Do ponto de vista do inventário do software, esses aplicativos não existem, isso porque eles não fazem registro na lista global de aplicativos, o que pode causar problemas, por exemplo, em um contexto de licenciamento, uma vez que o aplicativo pode ser livre para uso pessoal e individual, mas não em uma configuração corporativa.

Sendo assim, ambos modelos de aplicativos podem causar problemas em contextos de inventário de software, caracterizando-se como uma deficiência típica de muitas das soluções disponíveis.

APLICAÇÕES APRESENTANDO UM PROBLEMA PARA FERRAMENTAS DE INVENTÁRIO DE SOFTWARE: Aplicativos da Web

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Aplicações encontradas em lojas ou aplicativos universais rivais são benéficos para a boa capacidade de resposta, bem como a experiência off-line que eles podem oferecer. No entanto, as aplicações web estão ganhando cada vez mais tração. As ferramentas de gerenciamento de sistema podem encontrar problemas porque os aplicativos da web são executados nos navegadores e, portanto, não são reconhecidos pelas ferramentas de inventário de software, pois este uso é invisível para estas soluções tradicionais.

As aplicações da web não possuem infraestrutura local, porque elas existem dentro do navegador. Isso permite que o usuário seja mais produtivo, mas pode criar preocupações de segurança, pois não podemos dizer para que lugar os dados estão indo. É difícil distinguir aplicativos no navegador de outros sites, o que torna as aplicações web muito mais difíceis de detectar. Por estas razões, nenhuma solução de inventário de software está disponível para aplicações web. Devido ao crescente uso de aplicações web, as ferramentas de inventário de software precisam se adaptar às demandas atuais.

Falhas em soluções de inventário de software

FALHAS EM SOLUÇÕES DE INVENTÁRIO DE SOFTWARE-01

As soluções de inventário de software são uma parte importante das ferramentas de gerenciamento de sistema que você escolhe. Estas soluções normalmente funcionam de duas maneiras: elas digitalizam os arquivos executáveis no disco e digitalizam ou consultam a informação dos programas instalados mantida pelo sistema operacional. Com elas, podem surgir problemas, uma vez que os computadores podem ter dezenas ou centenas de aplicativos sendo executados ao mesmo tempo e, portanto, a quantidade de dados gerados é exorbitante e pode dificultar o inventário de software.

No entanto, existem várias opções disponíveis. Os programas Microsoft varrem os executáveis e depois os identificam conectando-os ao programa ao qual eles pertencem, com base em um banco de dados da nuvem de programas. Outra opção é simplesmente perguntar ao Windows quais aplicativos estão atualmente instalados. Esta informação é um pouco mais consolidada e mais fácil de entender do que a varredura de executáveis individuais. Apesar destes métodos, algumas aplicações podem não voltar com informações sobre quais são aplicadas os executáveis ou podem ter vários componentes diferentes instalados.

À medida que novos tipos de aplicativos são criados, há mais e mais lacunas no inventário de software. Por exemplo, os problemas surgem quando os aplicativos da web, instalados pelo usuário, e aplicativos virtuais estão envolvidos, pois complicam o perfil do sistema e não são facilmente reconhecíveis pelos produtos de inventário de software. Neste sentido, enquanto os sistemas se tornam mais complexos e diferentes e estes novos tipos de aplicativos aparecem, as ferramentas de inventário de software devem se esforçar para recuperar o atraso e serem mais efetivas em relação aos tipos de aplicativos citados.

Arte e Tecnologia: A combinação aproxima o público?

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Há quem diga que as inovações tecnológicas, sobretudo após o aparecimento dos computadores e da internet, deixaram o público mais distante da arte. Porém, recentes pesquisas comprovam o contrário. Após um hiato cultural, os brasileiros estão frequentando cada vez mais exposições de artes, apresentações de dança e peças teatrais.

Desde os mais remotos tempos, a arte está intimamente ligada à tecnologia, se calçando nela para evoluir e, ao mesmo tempo, acompanhar as mudanças da sociedade. As primeiras representações artísticas foram as pinturas rupestres, desenhos em cavernas, que representavam a vida dos homens que viveram nas eras paleolíticas e neolíticas. Outro tipo de arte, o teatro, foi concebido na Grécia Antiga e se baseava em encenações de tragédias e mitos culturais em praças públicas.

 A invenção do papel e constante melhoria do material foi de grande valia para os artistas visuais, que tiveram acesso à melhores telas e acessórios. Passaram, assim, a representar a vida e os ideais da época de maneira mais fiel. Além disso, outro tipo de arte, a textual, foi inventada. Deste modo, as histórias que eram contadas boca-a-boca foram registradas em livros, sendo distribuídos e difundidos para uma quantidade maior de pessoas.

A partir deste momento, várias inovações tecnológicas foram descobertas e novos tipos de arte surgiram. Pontuamos uma série: o rádio e, com ele, a difusão da arte musical, novas técnicas de pintura e qualidade do material, o jornal e até revistas que por sua vez, promoveram a difusão de eventos artísticos.

Uma inovação muito importante e que se insere bastante no momento em que vivemos é o surgimento de câmeras e do cinema. Os irmãos Lumierè desenvolveram uma técnica capaz de unir a captura imagem e histórias que eram representadas nos teatros. Ela proporcionou o transporte de culturas para o mundo todo, de forma visual, angariando uma infinidade de fãs ao redor do globo.  Outrora rudimentar, hoje é uma das indústrias que mais movimenta dinheiro por onde passa, sem nunca deixar o papel inovador de lado. Destacam-se: imagens em 3D, efeitos visuais cada vez mais apurados, realidade aumentada, melhores efeitos de imagem e som, dentre outros. Do cinema veio a televisão, que permitiu o surgimento de outros tipos de arte, como as novelas e séries, e os mais diversos programas.

A internet, por fim, é a forma mais democrática de compartilhamento de informações. Muitos artistas veem em websites e nas redes sociais um método eficaz para a divulgação dos trabalhos. Além disso, a comunicação fácil e rápida que essa ferramenta promove permite com que mais pessoas tomem conhecimento de eventos de cunho artístico, gerando maior engajamento, inclusive.

Por mais que muitos tentem afirmar que as novas tecnologias estão matando a arte genuína, é importante salientar que não existe uma “verdadeira arte”. Ela é mutável e se molda à sociedades, costumes, crises etc. A tecnologia sempre esteve conectada a ela e hoje experimenta o ápice dessa interligação. Shows com aparatos mega modernos, filmes com efeitos especiais de cair o queixo, peças de teatro que fazem chover na plateia e exposições de artes interativas são exemplos da interferência da tecnologia nas artes. Fica a pergunta: será que todas essas novidades afastam o público da arte ou o aproxima mais?

O que mexe em computador

Aconteceu no Grupo Cimcorp 23.10-01

Não importa qual a formação na área de Tecnologia da Informação, para qualquer pessoa que pertence a outra área este sempre será “ o que mexe em computador “ e sempre se seguirá com a aquela frase: “Ah, você mexe em computador, pode olhar meu tablet que não liga? ”.

Sabemos que a área de TI (Tecnologia da Informação) é de fato enorme e engloba uma infinidade de outras áreas e subáreas, sendo considerada, inclusive, uma profissão relativamente nova se comparada a outras mais tradicionais.

Não importa a área de atuação em TI o desafio deste profissional será sempre o mesmo, simplificar tarefas complicadas e criar soluções inovadoras. Além, é claro, que ter que atender toda a demanda de informações que recebe todos os dias. Uma área na qual a cada milissegundo algo novo surge e muda todo o cenário global.

O profissional de TI é aquele que, muitas vezes, se encontra atrás do “palco”, escondido entre um emaranhado de fios, conexões, servidores, switches, procedures, scripts, métodos e processos. Tudo para manter a infraestrutura física e lógica em perfeita ordem, para que o usuário final (aquele que está no palco) tenha todas as condições de executar com excelência seu trabalho.

Da mesma forma que a área de TI é nova, a data comemorativa deste profissional também é. No dia 19 de outubro comemora-se o dia do profissional da informática e no dia 15 de agosto é comemorado o dia da informática, uma homenagem ao surgimento do primeiro computador digital produzido em larga escala.

Ser um profissional de TI e fazer parte deste dia me deixam completo por que saber que “atrás do palco” conseguimos viabilizar a vida de tanta gente, proporcionando soluções que fazem a diferença na vida de tantas outras pessoas – que vão muito além do meu cliente final. Por isso, a todos os profissionais de TI, desejo parabéns e um muito obrigado!

A criança tecnológica

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Ser criança nunca foi tarefa fácil. Além de conciliar atividades como estudar, comer, dormir e, sobretudo, brincar, os pequenos sempre foram termômetro para o teste de algumas inovações tecnológicas. Seja pela mente livre de preconceitos – ou com menos preconceitos que a dos adultos –, a fácil capacidade de convencimento ou até mesmo a rápida difusão de ideias e manias entre membros do mesmo grupo.

A difusão dos meios de comunicação, como a televisão e o rádio, é um exemplo no qual as crianças participaram ativamente, juntamente com as donas de casa. Movidas, principalmente, pelos shows de calouros e artistas com belas vozes ou belos rostos, as crianças levaram os pais a conhecerem e a admirarem essas novidades. O poder de influência foi tão grande que, com o passar dos anos, foram desenvolvidas programações dedicadas exclusivamente a elas.

O mesmo ocorreu com o videogame, plataforma de jogos na qual o usuário projeta na televisão movimentos que faz em um controle remoto. Nos anos 80, o primeiro console virou febre entre as crianças da época, que imploravam aos pais um exemplar e também o jogo da moda. Os adultos normalmente torciam o nariz para essa ideia, mas, logo se conformaram, já que, além da insistência dos filhos, o aparelho também trazia para dentro de casa aqueles que estavam acostumados a passar a maior parte do dia fora. Tal feito é repetido até os dias de hoje, porém os videogames atuais são bem mais desenvolvidos que os do passado, utilizando técnicas jamais imaginadas pelas crianças de 1980.

Hoje, os jovens têm acesso a uma gama muito maior de novidades tecnológicas e numa velocidade muito maior do que jamais experimentada. Os computadores, responsáveis pela febre dos anos 1990 e 2000, hoje são obsoletos. Eles somente os utilizam para realizar trabalhos escolares e jogar jogos – numa função semelhante aos videogames. A função deles foi quase substituída pelos smartphones, cada vez mais modernos e cada vez mais comuns entre pessoas desta faixa etária.

Assim como ocorreu com os videogames, há uma intensa discussão entre os pais no que tange a utilização de novas tecnologias, como celulares e tablets, pelos filhos. Fato é que não adianta distanciar as crianças das inovações: elas serão atingidas de qualquer maneira, seja por meio da internet, de colegas de classe ou até mesmo na rua. Os adultos têm é que saber medir até quando é saudável liberar o acesso da criança à tecnologia, criando horários específicos para cada função de seu cotidiano.

A música pelos anos: Como a tecnologia mudou a forma de consumirmos

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É inegável o fato que a música passa por profundas mudanças a partir de inovações tecnológicas. Os instrumentos se tornam cada vez mais precisos e a arte cada vez mais difundida. O MP3 hoje é tão obsoleto quanto os discos de vinil e as fitas K7 ficaram no passado e os serviços de streaming já são parte de nosso cotidiano.

Antigamente, haviam poucas formas de ouvir música. As pessoas se juntavam em algum cômodo da casa para ouvir, por exemplo, os novos lançamentos de Roberto Carlos. E isso só era possível com o auxílio de vitrolas e dos famosos LPs, equipamentos caros e que ocupavam um grande espaço. Os saudosistas afirmam que o som que sai desses equipamentos é o mais puro, defendendo o uso até os dias de hoje, em tempos de dispositivos com players de música. Estes ocupam um espaço infinitamente menor, já que além de tocarem a música, conseguem armazenar uma quantidade de canções maior das que compunham um disco de vinil.

Além disso, no passado a rádio atingia um público bem maior do que o de hoje – esta era, além de entretenimento, a fonte oficial de comunicação do país por longos anos. As famílias se reuniam e esperavam para que as músicas preferidas fossem anunciadas e tocadas naquele equipamento, que também ocupava um grande espaço nos domicílios. Anos depois, esta função do rádio foi parcialmente substituída pela televisão e pelas paradas de clipes, que dominaram os canais durante os anos 80 e 90. Hoje, emissoras como a MTV enfrentam a queda da audiência e a dificuldade de se reinventarem em um mundo onde existe o YouTube, plataforma que dá ao público a possibilidade de criar a própria parada de clipes preferidos. O rádio, por sua vez, foi quase todo substituído pelas estações personalizadas dos programas de streaming, que, além de mais funcionais, são feitas de acordo com o gosto do usuário.

Os equipamentos musicais de hoje contam com uma qualidade superior se compararmos aos instrumentos mais antigos. Tudo isso, graças ao maquinário mais preciso e ao controle maior de qualidade. Os instrumentos são mais tecnológicos e muitas vezes mais fáceis de manejar, o que causa, novamente, insatisfação dos mais conservadores, que alegam a falta de qualidade e talento de quem toca. Por sua vez, os equipamentos de reprodução se tornaram mais potentes e aguçados. Pequenas caixas de som são capazes de detectar a presença de um dó menor de um cajón, por exemplo, em uma música. Isso também acontece com os fones de ouvido, que reproduzem as faixas com muita qualidade e evoluíram ao longo dos anos.

Há quem diga que a internet serviu para matar a música. De fato, a venda de álbuns caiu exponencialmente (e a tendência é cair ainda mais). Mas, excluindo discussões sobre gostos pessoais, a ferramenta foi a responsável pela maior difusão de canções. É imensurável como a internet, juntamente com os derivados dela, como, por exemplo, as redes sociais, programas de streaming e gadgets, serviram para espalhar as músicas e a democratizá-las. Hoje, é muito mais fácil conhecer bandas de qualquer parte do mundo e de qualquer estilo. Ou seja, mais pessoas podem notar o trabalho de mais músicos, que podem vender mais shows e fazer mais ações online para angariar um público cada vez maior. Portanto, o mercado musical é hoje muito mais competitivo, não se mensura o talento pela venda de álbuns e não se sustenta mais no meio por este tipo de renda. Quem se estabelece, sabe jogar com a tecnologia a seu favor e quem morre hoje no mundo da música é aquele que não sabe aproveitar todas as facilidades do mercado que já se estabeleceu em um mundo diversificado e conectado.